Bastidores Parte II
Parem e pensem comigo…
Os bastidores não são mais do que locais privilegiados e intrínsecos ao instinto animal de cada um de nós (uns mais que outros como é claro!)
Nesta conjectura deixo algumas considerações, para verem que nós, humanos, por vezes conseguimos ser autênticos “predadores” no acto de observar.
Assim sendo…
1- Quantos de nós não saímos à noite para ir a um bar ou a uma discoteca!?!? Quantos, tal como eu, não nos encostamos ao balcão a beber uma minizita fresquinha, observando tudo o que nos rodeia?
Nesta altura solta-se então o instinto fatal de uma chita ou de um leopardo, o que leva a reflexões do género: “olha aquele corpanzil! Tá toda boa! Não comias aquela gaja?” “aquele gajo daqui a nada salta-lhe prá espinha” “dou-te 10 minutos para aqueles andarem ao molho!” “tas a ver aquela ali!?!? Andava a comê-la!!!”
2- Quantos de vós (eu estou muito bem como estou!!! “GraçaaaDeus”:P), “Perdigueiros da noite”, não se colocam estrategicamente num bar ou numa discoteca a observar a melhor forma de “atacar” a presa!??!? À espera duma troca de olhares, de uma forma simples de aproximação.
3- Quantos de nós não estamos nos “bastidores” de um jogo ou de um treino e observamos a forma de jogar do adversário, as tendências de um ou outro jogador, o estilo de jogo da equipa rival, as lacunas do nosso opositor. E o que fazemos!?!?!? Ajuizamos todas as componentes para que possamos ultrapassar as adversidades que dai advêm.
Sem darmos conta, estamos nos "bastidores do mundo", observamos tudo o que nos rodeia, tudo o que nos motiva um olhar, tudo o que justifica opinião, tudo o que determina um sorriso, tudo o que vai contra aos “nossos” parâmetros normais de comportamento e, perante tudo isto… avaliamos e opinamos.
É neste sentido que procedo, ficando apenas a observar o que me rodeia, deixando que os outros tenham as atitudes, os comportamentos e demonstrem o seu “instinto animal” e perante todos estes pontos, surge a minha reacção que muitas vezes se manifesta por um simples… silêncio.
Parem e pensem comigo…
Os bastidores não são mais do que locais privilegiados e intrínsecos ao instinto animal de cada um de nós (uns mais que outros como é claro!)
Nesta conjectura deixo algumas considerações, para verem que nós, humanos, por vezes conseguimos ser autênticos “predadores” no acto de observar.
Assim sendo…
1- Quantos de nós não saímos à noite para ir a um bar ou a uma discoteca!?!? Quantos, tal como eu, não nos encostamos ao balcão a beber uma minizita fresquinha, observando tudo o que nos rodeia?
Nesta altura solta-se então o instinto fatal de uma chita ou de um leopardo, o que leva a reflexões do género: “olha aquele corpanzil! Tá toda boa! Não comias aquela gaja?” “aquele gajo daqui a nada salta-lhe prá espinha” “dou-te 10 minutos para aqueles andarem ao molho!” “tas a ver aquela ali!?!? Andava a comê-la!!!”
2- Quantos de vós (eu estou muito bem como estou!!! “GraçaaaDeus”:P), “Perdigueiros da noite”, não se colocam estrategicamente num bar ou numa discoteca a observar a melhor forma de “atacar” a presa!??!? À espera duma troca de olhares, de uma forma simples de aproximação.
3- Quantos de nós não estamos nos “bastidores” de um jogo ou de um treino e observamos a forma de jogar do adversário, as tendências de um ou outro jogador, o estilo de jogo da equipa rival, as lacunas do nosso opositor. E o que fazemos!?!?!? Ajuizamos todas as componentes para que possamos ultrapassar as adversidades que dai advêm.
Sem darmos conta, estamos nos "bastidores do mundo", observamos tudo o que nos rodeia, tudo o que nos motiva um olhar, tudo o que justifica opinião, tudo o que determina um sorriso, tudo o que vai contra aos “nossos” parâmetros normais de comportamento e, perante tudo isto… avaliamos e opinamos.
É neste sentido que procedo, ficando apenas a observar o que me rodeia, deixando que os outros tenham as atitudes, os comportamentos e demonstrem o seu “instinto animal” e perante todos estes pontos, surge a minha reacção que muitas vezes se manifesta por um simples… silêncio.
“O silêncio do olhar por vezes fala mais que a própria boca!”
E assim me vou...
JL :B
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